| | | Gerou-se de um rapaz filho de uma rica viúva fazendeira que foi ao campo numa Sexta-feira da Paixão.
A velha reclamou-o e ele disse: vou, nem que haja pau.
Chegando no campo, correu atrás de um boi.
Este, adiante, no descer de uma ladeira, caiu.
O cavalo caiu por cima e o cachorro também.
E ai morreram os quatro (boi, vaqueiro, cavalo e cachorro), todos de pescoço quebrado.
Aí a alma do rapaz transformou-se em duende em forma de pássaro.
E à noite, especialmente noite de inverno, canta:
Haja pau! Haja pau! Haja pau!
VERSÃO PORTAL FOLCLORE
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